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Quatro Dicas para Proteger seu Cabelo no Verão

Publicado em 04 de janeiro de 2026.

O verão chega trazendo sol, calor e muitos momentos ao ar livre, mas também exige cuidados especiais com nossos fios. Quer aproveitar a estação sem descuidar da saúde do seu cabelo? Confira estas dicas valiosas:1. Aposte em hidratantes capilares com proteção solar. Produtos com filtro UV ajudam a formar uma barreira contra os raios solares, prevenindo o ressecamento e o enfraquecimento dos fios.2. Sempre enxágue o cabelo após o mar ou a piscina. O sal da água do mar e o cloro da deixam o cabelo áspero e quebradiço. Por isso, lavar os fios com água doce logo após o banho é fundamental para remover resíduos e manter o cabelo saudável.3. Use e abuse dos acessórios. Chapéus, bonés ou lenços. Além de complementarem o visual com charme, esses acessórios criam uma camada extra de proteção contra o sol, ajudando a manter o couro cabeludo e os fios protegidos.4. Prenda os cabelos sempre que possível. Coques, tranças e rabos de cavalo não são apenas estilosos; eles diminuem a exposição direta ao sol e ao vento, reduzindo o risco de danos e ressecamento.Quer saber mais sobre como cuidar do seu cabelo para aproveitar o verão com fios saudáveis e cheios de vida? Visite o site Aline Araujo e entre em contato!

Por que a calvície atinge mais a frente e o topo da cabeça?

Publicado em 04 de janeiro de 2026.

Você já reparou que, na maioria das vezes, quando o cabelo começa a cair, é a frente ou o topo da cabeça (a famosa “coroa”) que sofrem primeiro? E, para complicar, enquanto nos homens essas entradas e o topo ficam evidentes, nas mulheres a perda geralmente é mais espalhada, sem “buracos” aparentes. Mas por quê?

O papel da DHT e os “pontos fracos” dos fios

Tudo começa com um hormônio chamado DHT, que é uma versão mais potente da testosterona. Algumas regiões do couro cabeludo – especialmente a parte da frente, o topo e a coroa – são mais sensíveis ao efeito desse hormônio. Já a região da nuca é, digamos, “resistente”: por isso os fios dali tendem a permanecer, mesmo em casos mais avançados de calvície.Quando o DHT se liga aos folículos do topo e da frente, ele “enche o saco” das células dali, acelerando o envelhecimento desses fios, reduzindo sua força e a capacidade de crescer saudáveis. Resultado: o cabelo dessas partes começa a afinar, enfraquecer e cair mais rápido.Além disso, nessas regiões mais sensíveis, o corpo produz mais de uma enzima (como a tal da MMP1) que ajuda a “corroer” a base onde o fio está preso, deixando tudo mais frágil e vulnerável.

Por que é diferente em homens e mulheres?

Homens costumam ter quedas mais visíveis: entradas marcadas e perda no topo da cabeça. Já nas mulheres, mesmo que o mesmo hormônio esteja agindo, por causa de diferenças nos hormônios e na genética, o cabelo afina de maneira mais espalhada. Não aparecem entradas tão claras, mas é comum sentir o cabelo perdendo volume, ficando com uma aparência mais rala no topo.

Entender para cuidar melhor

Saber que esses processos acontecem a nível celular (e são desencadeados por hormônios e genética) é fundamental para buscar o tratamento certo e ter expectativas reais com cada abordagem. Hoje, terapias e procedimentos avançaram muito para proteger esses folículos e até estimular novos fios, mas cada caso depende de um olhar individualizado e de entender que o cabelo reflete muito do que está acontecendo dentro de cada um.Se você quer entender melhor os sinais que seu couro cabeludo está dando e descobrir tratamentos personalizados para o seu caso, te convido a acessar meu site .

Inspiração: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38049592/

Cabelo e Estilo de Vida: Qual é a Relação?

Publicado em 03 de janeiro de 2026.

Você já se olhou no espelho e sentiu que seus cabelos não têm mais o mesmo brilho, volume ou força de antes? Talvez você note mais fios na escova, ou aquela sensação de que, mesmo cuidando como sempre, algo mudou.Essa experiência é mais comum do que parece e muitas mulheres compartilham essa dúvida silenciosa: “O que está acontecendo com meus cabelos?”O que poucas pessoas sabem é que a resposta pode estar nos detalhes do dia a dia. A epigenética, ciência que estuda como nossos hábitos influenciam a expressão dos genes, mostra que escolhas simples como a qualidade do sono, a alimentação, exercícios físicos e até momentos de relaxamento podem impactar profundamente a saúde dos fios.Não é raro ouvir relatos de que, após fases desafiadoras, percebe queda, enfraquecimento, dermatite ou perda de brilho dos fios. Mas a boa notícia é que pequenas mudanças de rotina podem transformar a saúde capilar de dentro para fora.O autocuidado, nesse contexto, deixa de ser apenas vaidade: é um investimento na sua saúde integral e na sua autoestima.
Se você percebeu alterações persistentes nos seus cabelos, buscar uma avaliação profissional pode ser o primeiro passo para entender o que está acontecendo e encontrar soluções.
E você, já percebeu como seus hábitos impactam seus cabelos?
Se quiser aprofundar esse olhar aos seus cabelos e descobrir o melhor tramento para você, visite o site Aline Araujo e entre em contato.

INSPIRAÇÃO: https://www.anaisdedermatologia.org.br/pt-o-impacto-do-expossoma-na-articulo-S266627522400225X

Lavar o Cabelo Todos os Dias Faz Mal?

Publicado em 03 de janeiro de 2026.

Na verdade, não! Manter o couro cabeludo limpo é essencial para a saúde dos fios, principalmente para quem tem oleosidade, transpira muito ou pratica exercícios.O importante é usar produtos adequados para o seu tipo de cabelo, nada de qualquer shampoo!Deixar o couro cabeludo sujo pode causar dermatite e até aumentar a queda.Cada pessoa tem necessidades diferentes, por isso observar os sinais do seu couro cabeludo faz toda a diferença no cuidado diário!Se tiver dúvidas sobre qual shampoo é o ideal para o seu caso, visite meu site e entre em contato.

Desvendando a Dermatite Seborreica

Publicado em 03 de janeiro de 2026.

O que é a Dermatite Seborreica?

A dermatite seborreica é uma condição inflamatória crônica e comum que afeta predominantemente áreas da pele ricas em glândulas sebáceas. O couro cabeludo é um dos locais mais afetados, mas ela também pode se manifestar no rosto (especialmente testa, sobrancelhas, atrás das orelhas e nas laterais do nariz). Suas características mais visíveis são as placas avermelhadas e a descamação, que pode ser fina e esbranquiçada (a famosa caspa) ou mais espessa e amarelada, muitas vezes com aspecto oleoso. É importante ressaltar que, apesar do incômodo, essa inflamação não é contagiosa, mas tende a ser persistente e recorrente, exigindo um manejo contínuo e cuidadoso.

Causas, Fatores Importantes e Sintomas

As causas exatas da dermatite seborreica ainda não estão totalmente elucidadas, mas sabe-se que múltiplos fatores contribuem para o seu desenvolvimento. Um dos principais envolvidos é a presença do fungo Malassezia, um fungo que habita naturalmente nossa pele. Em pessoas com dermatite seborreica, ele pode proliferar em excesso, especialmente em locais mais oleosos, desencadeando a resposta inflamatória.Além disso, outros fatores importantes que pioram a condição:1. Fatores hormonais: Flutuações hormonais podem influenciar a produção de sebo.2. Fatores alimentares: Dietas desequilibradas podem impactar a saúde da pele.3. Estresse emocional: Notavelmente, o estresse desempenha um papel significativo no surgimento e agravamento dos sintomas.4. Sistema imunológico: Um sistema imunológico desregulado ligadas à saúde intestinal, pode contribuir para a piora da condição.Os sintomas mais comuns que os pacientes relatam são coceira intensa, vermelhidão, oleosidade excessiva no couro cabeludo e, claro, a formação das características caspas.

Impacto na Qualidade de Vida e Abordagens Convencionais

Para quem convive com a dermatite seborreica, o impacto na qualidade de vida é considerável. O desconforto físico provocado pela intensa coceira e as lesões, somado as caspas visíveis na roupa, pode gerar constrangimento, afetar a autoestima e a imagem social.Tradicionalmente, as abordagens de tratamento convencionais focam no controle dos sintomas. Elas incluem o uso de shampoos e cremes antifúngicos com substâncias como cetoconazol e corticosteroides tópicos para controlar a inflamação e remover a descamação.Com essa base, podemos entender como a natureza e a tecnologia se unem para oferecer outras perspectivas. A seguir, exploraremos o uso de óleos essenciais e o papel da terapia de alta frequência no manejo da dermatite seborreica.

Alta Frequência: Uma Aliada Poderosa da Eletroterapia no Manejo da Dermatite Seborreica

A dermatite seborreica pode ser um desafio, trazendo desconforto e impactando a saúde do couro cabeludo. A Alta Frequência (AF), é uma ferramenta valiosa no manejo dessa condição.A AF atua de diversas maneiras. Ela facilita a permeação de ativos cosméticos, otimizando o efeito de tratamentos e permitindo que os produtos cheguem nas camadas desejadas. Além disso, a AF possui propriedades antissépticas, fungicidas e bactericidas comprovadas, essenciais para higienizar e acalmar o couro cabeludo. Isso é crucial para controlar a proliferação de micro-organismos que frequentemente agravam a dermatite, criando um ambiente mais limpo e saudável.Seus benefícios incluem também a aceleração da cicatrização, a melhora da nutrição e oxigenação dos tecidos, fatores essenciais para a recuperação de um couro cabeludo irritado e um notável efeito analgésico e anti-inflamatório. Na prática, a AF é utilizada para desinfecção, estimular a circulação sanguínea e promover a reparação tecidual, contribuindo para o alívio.

O Poder dos Óleos Essenciais: A Natureza a Serviço do Couro Cabeludo

Se a tecnologia oferece a alta frequência, a natureza nos presenteia com os óleos essenciais (OEs) – verdadeiros concentrados de vida e cura. Os OEs são peças-chave na harmonia do autocuidado capilar. Extraídos de plantas medicinais e aromáticas, eles trazem propriedades únicas para contribuir com o manejo da dermatite seborreica.Para o couro cabeludo que sofre com inflamação, coceira e descamação, os óleos essenciais atuam de forma benéfica. Suas propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e calmantes são notáveis. Muitos OEs demonstram um potente efeito inibitório contra o fungo Malassezia, um dos principais agentes envolvidos na dermatite seborreica. Ao combater esse micro-organismo, eles ajudam a reduzir a inflamação e a restaurar o equilíbrio do couro cabeludo, diminuindo a coceira e a vermelhidão. É um cuidado que vem da natureza, com a sabedoria de milênios.

A Combinação Perfeita: Sinergia da Alta Frequência e Óleos Essenciais

A união da eletroterapia da alta frequência com a pureza dos óleos essenciais potencializa seus efeitos, proporcionando um alívio mais eficaz e uma melhora mais profunda da saúde do couro cabeludo.A alta frequência atua como um facilitador, otimizando a permeação dos componentes ativos dos óleos essenciais. Isso significa que as propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e calmantes dos OEs são entregues de forma mais eficiente às células do couro cabeludo, acelerando o processo de recuperação e regeneração. Enquanto a AF desinfeta e estimula a circulação, os OEs agem combatendo fungos e bactérias, acalmando a irritação e nutrindo o ambiente capilar. O resultado é um tratamento abrangente, que ataca e alivia os sintomas, promovendo bem-estar.É importante destacar que a integração dessas terapias exige conhecimento e técnica. A escolha dos óleos essenciais e a intensidade da aplicação da alta frequência devem ser adequadas para cada caso. Por isso, a orientação de um profissional qualificado é fundamental para garantir a segurança e maximizar a eficácia do tratamento.A dermatite seborreica pode ser manejada com um protocolo bem desenhado, que combine o melhor da ciência e da natureza! :)Se você quer entender melhor como cuidar do couro cabeludo e buscar alternativas eficazes e naturais para a dermatite seborreica, visite meu site e entre em contato.

Inspiração: FERNANDES, Anne Martins; NOGUEIRA, Ana Paula Silva. A Eficácia da Alta Frequência Associada aos Óleos Essenciais no Tratamento de Dermatite Seborreica. Id on Line Rev.Mult. Psic., Dezembro/2020, vol.14, n.53, p. 484-492. ISSN: 1981-1179.

Conectando a beleza com a saúde.

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